sexta-feira, 19 de novembro de 2010
O FBI quer ter acesso aos dados pessoais do Google e do Facebook
O director do FBI terá apelado a uma cooperação com os serviços on-line para obter acesso privilegiado às informações pessoais dos internautas, informa o New York Times.
O director do FBI deslocou-se, na terça-feira, a Silicon Valley para se encontrar com vários líderes de serviços online, incluindo Google e Facebook, para negociar o acesso privilegiado as informações pessoais que eles hospedam, alega o New York Times, terça-feira 16 de Novembro.
Facebook confirmou a visita ao jornal americano, sem mais detalhes. O Google não fez nenhum comentário.
O director do FBI, Robert Muller, apelou para uma cooperação entre seus escritório e os serviços online, para estender a Lei de 1994, que define o quadro jurídico das escutas nos Estados Unidos, às comunicação através da Internet.Em Setembro passado, as autoridades americanas introduziram uma lei que exige aos fornecedores de Internet garantirem a possibilidade de intercepção de comunicações electrónicas. No caso de dados criptografados, as empresas teriam que desenvolver um método de decodificação destinado às autoridades.
FONTE: http://tempsreel.nouvelobs.com//actualite/vu-sur-le-web/20101117.OBS3109/le-fbi-veut-un-acces-aux-donnees-personnelles-de-google-et-facebook.html
O director do FBI deslocou-se, na terça-feira, a Silicon Valley para se encontrar com vários líderes de serviços online, incluindo Google e Facebook, para negociar o acesso privilegiado as informações pessoais que eles hospedam, alega o New York Times, terça-feira 16 de Novembro.
Facebook confirmou a visita ao jornal americano, sem mais detalhes. O Google não fez nenhum comentário.
O director do FBI, Robert Muller, apelou para uma cooperação entre seus escritório e os serviços online, para estender a Lei de 1994, que define o quadro jurídico das escutas nos Estados Unidos, às comunicação através da Internet.Em Setembro passado, as autoridades americanas introduziram uma lei que exige aos fornecedores de Internet garantirem a possibilidade de intercepção de comunicações electrónicas. No caso de dados criptografados, as empresas teriam que desenvolver um método de decodificação destinado às autoridades.
FONTE: http://tempsreel.nouvelobs.com//actualite/vu-sur-le-web/20101117.OBS3109/le-fbi-veut-un-acces-aux-donnees-personnelles-de-google-et-facebook.html
sábado, 13 de novembro de 2010
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
domingo, 7 de novembro de 2010
Evidências sobre universo paralelo podem surgir em breve, dizem cientistas do Cern
Evidências sobre universo paralelo podem surgir em breve, dizem cientistas do Cern
Os físicos que investigam a origem do universo esperam ter, no ano que vem, as primeiras provas da existência de conceitos caros aos escritores de ficção científica, como mundos ocultos e dimensões extras.
À medida que o Grande Colisor de Hádrons (LHC) do Cern, nas proximidades de Genebra, na Suíça, opera com uma força maior, eles falam cada vez mais sobre uma “Nova Física” no horizonte, que poderia mudar por completo os pontos de vista atuais sobre o universo e o seu funcionamento.
“Universos paralelos, formas desconhecidas de matéria, dimensões extras… Isso não é coisa de ficção científica barata, mas teoria física muito concreta que os cientistas tentam confirmar com o LHC e outros experimentos.”
Isso foi o que escreveram os integrantes do Grupo de Teoria do centro internacional de pesquisa no boletim direcionado aos funcionários do Cern este mês.
Enquanto as partículas se chocam no vasto complexo subterrâneo do LHC a energias cada vez maiores, os “extra bits do universo” –se é que eles existem como o previsto– poderão ser vistos no computador, afirmam os teóricos.
O otimismo é crescente entre as centenas de cientistas que trabalham no Cern, ao longo da fronteira entre França e Suíça, numa experiência de US$ 10 bilhões, que inicialmente apresentou problemas, mas este ano vem cumprindo suas metas.
COLISÃO DE PRÓTONS
Em meados de outubro, disse o diretor-geral Rolf Heuer à equipe no último fim de semana, os prótons eram colididos ao longo do anel subterrâneo de 27 quilômetros a uma taxa de 5 milhões por segundo –duas semanas antes da data prevista para esse número.
No ano que vem, as colisões ocorrerão –se tudo continuar seguindo bem– a uma taxa que produzirá o que os físicos chamam de “femtobarn inverso”, mais bem descrito como uma quantidade colossal de informações para a avaliação dos analistas.
As colisões recriam o que aconteceu numa minúscula fração de segundo após o “Big Bang” primordial, 13,7 bilhões de anos atrás, que gerou o universo que conhecemos hoje e tudo o que ele contém.
Depois de séculos de observações cada vez mais sofisticadas da Terra, apenas 4% do universo é conhecido –porque o restante é formado pelo que tem sido chamado de matéria escura e energia escura (porque são invisíveis).
Fonte : Folha
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